Sabem, o que é que me consome mesmo a alma.!?. É aquele tipo de pessoas, que dizem o quanto são ligadas á família, o quanto valorizam estarem pertos dos seus familiares e depois á primeira oportunidade, é só ver a desprezar uns, para estar com outros. Família, é família. E, só isso é que devia importar. Devia importar mais os laços que nos unem, do que as nossas diferenças, ou os bens que possuímos. Não consigo conceber, dentro de mim, a ideia de ter inveja de alguém, que acima de tudo é da nossa família e é do nosso sangue. Não consigo conceber, dentro de mim, a ideia de por uns de parte, e falar com outros. Não consigo perceber, como é que alguém consegue desprezar alguém da própria família. Não consigo. Desculpem. Cada vez, mais acredito, que a família, é aquela que escolhemos e não a que nos calha. Porque sinceramente, cada vez mais, me surpreendo pela negativa, com certas atitudes que algumas pessoas tem. E, depois eu questiono-me. Será que realmente, não lhes pesa nada na consciência.??. Será que não.??.
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Novo ano. Novo começo. Novas oportunidades. É sempre bom, quando chega um novo ano. Fico sempre, muito feliz e satisfeita. É sinal, que temos mais um ano inteirinho pela frente, carregadinho de oportunidades e desafios, que nos vão testar e pôr á prova. Pelo menos, desejo que seja bom. Apenas e somente bom. E, que seja feliz. Porque sermos felizes é o principal. O resto, chega depois.
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Este ano, foi um ano de mudança. Mas, isso já eu sabia. Até porque tinha incutido isso a mim mesma. Que tinha que mudar. Que tinha que ser desta vez. Que não podia andar adiar mais tempo. Ou é agora ou nunca. Comecei por coisas simples. Como já disse aqui pelo blogue, num post' anterior. Para mudar, primeiro, começasse pela casa e depois por nós. E, lá está. Resultou. Mesmo. Arrumei, primeiro a casa. E depois quando cheguei a mim, fiz a mudança maior. Nunca tive muita autoestima. Para não dizer, nenhuma. Nunca gostei de mim. Nem por fora nem por dentro. E, depois também nunca tive ninguém que me ajudasse a gostar de mim. E não, quando se é novo, e inexperiente, os pais nunca contam, porque são suspeitos, pois vão sempre dizer que somos lindos e perfeitos, porque somos filhos. Eu, precisava de ouvir isso, mas de alguém de fora. Mas, nunca ouvi. E, procurei sempre, por essa constante aprovação dos outros. Para além de não ter autoestima nenhuma, também tinha muita dificuldade em fazer amigos e conhecer pessoas novas. E, depois, acabei por fazer amizades erradas que acabaram tão depressa como começaram. Mas, isso também faz parte. Faz parte do crescimento tanto pessoal como social. Acabei por perceber, em primeiro lugar, que existem certas pessoas que passam pela tua vida, mas não ficam, mas deixam marca. E, outras acabam eventualmente por ficar, mas tu deixas escapá-las da mão. E, outras são passageiras ou seguem destinos diferentes. É mesmo assim. Se calhar já está destinado ou escrito. Mas, existem outras que ficam. E, ficam porque gostam de ti. Apesar das constantes situações da vida, as afastar umas da outras. E, de nada vale culparmo-nos a nós mesmos pela essa distância ou separação. São coisas que acontecem. Para além de que, erros todos cometemos. É isso que faz de nós, humanos. Aprendi a gostar mais de mim. A valorizar-me mais. A procurar coisas que gosto em mim. Tanto físicas como de personalidade. Aprendi a pôr me a mim em primeiro lugar. Aprendi a colocar o passado para detrás das costas. Não vale apena, pensar nele. O presente é que conta. É o agora. E, foi difícil, todo este processo de mudança. E ainda é. Têm sido altos e baixos. Mas valeu apena. Tenho mais confiança. Mais autoestima do que alguma vez tive. E, por isso é que 2019 é importante para mim. E, sempre será. Porque foi um ano em que prometi e cumpri. Porque foi um ano em que pela primeira vez, acreditei. Acreditei em mim. Porque foi um ano que limpei da minha vida, as pessoas que nela não fazem falta. Porque foi um ano em que me pus a MIM em primeiro lugar. E, não, não é egoísmo. É valorização pessoal. É isso. E, 2019, foi um ano importante. Mesmo assim, e apesar de tudo. Foi importante.
Que este natal seja recheado não apenas e somente de presentes, mas sobretudo e mais importante do que tudo o resto; amor, harmonia, compaixão, e acima de tudo gratidão, por aqueles que nos fazem tão bem. Porque, afinal de contas o natal devia ser isso mesmo. Amor e nada mais. Porque os bens materiais ficam cá, mas o amor, esse permanece para sempre. E quanto mais forte ele for, melhor e mais poderoso ele se torna.
Um Bom Natal, a todos.!!.
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Eu tenho um problema sério e complicado com decorações de Natal. Cada vez, que chega esta época, e as lojas se invadem de decorações natalícias, eu juro que saio literalmente disparatada a comprar quase tudo que vejo. Mas, este sentimento também é sol de pouca dura, porque depois, olho para a minha conta bancária e arrependo-me logo de seguida. Mas, como é que alguém consegue resistir quando é tudo tão lindo??. Como.??. Expliquem-me, que eu sinceramente não sei.
Aqui, a uns dois meses atrás, fui a uma entrevista. Sem expectativa nenhuma. Zero mesmo. Acabei por sair da entrevista com a minha auto estima muito mais elevada do quando tinha entrado. Sabia que até tinha corrido bem, embora para mim, todas as entrevistas corram sempre mal; mesmo quando correm bem. No fim, acabei por saber que tinha sido selecionada e embora não tenha aceitado a oferta, por já ter tido outra antes, fiquei surpreendida pela positiva. O que me fez perceber que nem todas as entidades que contratam são iguais, e que ainda existem algumas que dão valor a um candidato e que reconhecem o seu potencial quando o conhecem pela primeira vez. Ainda bem que existem exceções.






