sexta-feira, 23 de setembro de 2011

For now on


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Se eu não tivesse feito nada, tinha sido mais esperta. Anda aqui uma pessoa a esforçar-se para agradar, para ajudar naquilo que pode com o maior dos sacrifícios e no fim é o que recebe. E não este não é o meu discurso de inocente, sou só eu a tentar imaginar a minha figura de parva hoje de tarde! E nem um obrigado tive tempo de ouvir. Porque é sempre aquela velha máxima; "Não fizeste mais que a tua obrigação". 
Acreditem! É assim que funciona. E eu já devia saber disso. Faça-se o que se fizer nunca é o suficiente. Está sempre alguma coisa mal feita. Existe sempre algum defeito apontar. Algo que talvez se eu não tivesse feito também teria sido errado. Por isso não vale apena o esforço. E eu até podia ignorar! Mas não o vou fazer! Desta vez vou amuar mesmo. Vai ser para durar o fim-de-semana inteiro. Vai ser tudo mecanizado. 
A partir de agora não expresso mais as minha opiniões, visto que são nada mais do que meras inutilidades. Faço o que tiver de fazer, esteja bem feito ou mal feito! 
E é por estas e por outras que eu acho que viver sozinha deve ser como chegar ao paraíso. Pelo menos não tenho ninguém a dizer o que devo ou não fazer. Não tenho ninguém a criticar-me por detalhes tão insignificantes. 
Independência chega depressa, por favor!

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Esclarecimentos

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Tu, sejas lá quem fores. Seja lá qual for o teu propósito. Desiste. Não quero saber quantos anos tens ou como tu chamas. Onde moras ou que fazes da vida. Não me interessa. Não me importa. Queres brincar as mensagens vai fazé-lo para outro lado, porque daqui não levas nada. 
A única coisa a que tens direito é a opções e a eliminar. 
Espero que te canses depressa! Boa Sorte! 

domingo, 18 de setembro de 2011

Um fase nova

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Ás vezes temos que fazer mudanças. Temos que adoptar novas perspectivas de vida. E é isso que estou a fazer neste momento. Estou a mudar. Estou a tentar. Quero fazer mudanças. Quero ser uma pessoa totalmente diferente. Tenho essa necessidade e agora mais do que nunca. Se estou a crescer quero mostrar essa imagem. Por isso, nestes lados estou de mudanças a todos os níveis. Começando por mim. 
O amanhã vê-se. Já deixei de fazer planos. Nunca resultam. Vou começar a viver aquilo que me aparecer a frente. Também já deixei de ajudar. São tantas as fraudes a que somos alvos que passado algum tempo ficamos cansados de estar sempre a cair nas mesmas armadilhas e nas mesmas pessoas. É certo que não é correcto fazer generalizações, mas costuma-se dizer que por uns pagam os outros e todos acabam por ficar prejudicados. E eu sei que não estou a ser correcta neste aspecto. Mas existem alturas na vida em que temos que ser um pouco egoístas. Temos que dar mais atenção ás nossas necessidades interiores e aos nossos caprichos. Por isso é que decidi que ia deixar de emprestar, de dar, e de ajudar. Só o faço a pessoas de confiança ou aquelas que eu sei que se eu precisar também vão estar lá para me ajudar. Aos poucos a inocência e a ingenuidade vão sendo substituídos pela maturidade e pelo crescimento. Ás vezes dou por mim a não dar tanta importância a aquilo que antes tinha vergonha de fazer ou de ver. E é aí que me apercebo o quanto complicada eu era quando estava na adolescência. E para mim esta fase dos 21 anos que estou a passar é aquela transição da adolescência para a fase adulta. Já que nos 20 demorei tanto tempo aperceber-me que já não era nenhuma criança e que estava na altura de ter responsabilidades. 
Por agora não sei o que irá acontecer! A única certeza de que realmente tenho é que fazer vinte e um anos torna-nos pessoas tão diferentes. E essa diferença é tão boa. Aquilo que sou hoje é tão bom. É tão gratificante esta mudança que sofri e pela qual estou a passar. E no fim sei que apesar das dificuldades que possam vir aparecer eu vou estar a altura de as enfrentar. Porque já sou adulta. 

sábado, 10 de setembro de 2011

Fool me once and shame on you. Fool me twice and shame on me

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 Eu não sou assim tão ingénua quanto isso. Já fui. É verdade e admito. Mas, pelo menos agora sei que já deixei de ser. E isso é o quanto baste para mim neste momento. Porém, eventualmente estamos sempre a ser postos a prova.
 E para isso é que serve cair em armadilhas pela primeira vez. Para aprendermos. Para deixarmos de ser inocentes. E eu aprendi. E foi por causa disso que deixei de responder a mensagens cujo número não conheço. Até se identificarem adequadamente vêem podem esperar que eu responda, vêem podem esperar que eu retribua a mensagem. Uma vez é o suficiente. Duas já é demais. E nem importa se é a mesma pessoa ou não. Nesta armadilha eu jurei que não caía mais. E quando eu juro, eu cumpro. E é só isto que tenho a declarar em minha defesa. Porque a minha dignidade está em primeiro lugar. 

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Neste momento

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Eu já sabia que a vida era injusta. E não que eu tenha motivos para dizer tal. Mas ás vezes não consigo aceitar. Não consigo. Não consigo entender. Não consigo perceber porque é que alguns conseguem ter tanta sorte. A sério que não. Eu tento. Só que nunca chego a nenhuma conclusão aceitável. E talvez eu até esteja a exagerar. O que é perfeitamente normal em mim. Tenho sempre tendência para exagerar um pouco em momentos de crise. Mas, pelo menos neste momento em que estou precisamente a escrever isto, acho que é tudo uma questão de injustiça. Os que sofrem, sofrem sempre! Dão tudo e nunca pedem nada em troca. Fazem tudo para agradar. Estão sempre lá quando é mais preciso. Lutam. Esforçam-se. Choram. Gritam. E no fim é isto. É o que recebem de recompensa. É tudo a que tem direito.
Mas, talvez o problema seja meu. Se calhar eu não me esforcei como devia. Talvez seja isso. Ou talvez não. Talvez seja hora de aceitar que no fim faça-se o que se fizer, nunca vamos ter direito ao que é nosso. É triste. Pois é. Isto é o que eu chamo de ser realista. E acho que está na altura de começar a ser assim. De ser realista. De crescer.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

1 ano

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1 ano de existência! 
1 ano que este blogue existe. 1 ano que andei aqui a desabafar sem sentido nenhum. 1 ano em que expressei as minhas ideias, opiniões e sensações mais ridículas. 1 ano de teorias falhadas e palavras ditas cheias de amor, alegria, satisfação, tristeza, raiva e desapontamento. 1 ano bem passado. Que passou rápido. Que venha o próximo e muitos mais. Hoje faz 1 ano em que me sentei nesta mesma secretária que estava noutra posição e decorada de outra forma em que liguei não este mas outro portátil e que criei este espaço para substituir um outro que se foi, que eu apaguei. Parece que me estou a ver a escrever aqui pela primeira vez. Parece que me estou a imaginar a editar as cores, as escrever os textos, a escolher as imagens mais adequadas. Parece que foi hoje. Faz 1 ano. Nem acredito! 

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Do bom gosto


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Eu acredito que o bom gosto não se adquire. Mas, sim que já nasce com nós. Já vêem de dentro. De alguma forma já nascemos com ele. Não digo que não possa existir excepções a regra. Mas na maioria dos casos já se nasce assim. Respeito quem pense o contrário, mas pelo menos quando olho ao meu redor, apercebo-me cada vez mais dessa realidade. Não quero com isto dizer que é um defeito. Mas também não é de todo uma qualidade.
A verdade é que o bom gosto está cada vez mais em vias de extinção. E é uma pena. Cada vez mais desiludo-me com o que me deparo. Cada vez mais, fico sem o que dizer em determinadas situações. Porque o bom gosto não se restringe somente no que se compra, mas também está nas escolhas que fazemos, naquilo que usamos e na forma como o usamos, nos nossos desejos pessoais, nas nossas ideias, nos filmes que vemos, na música que ouvimos. Em tudo ele está lá. E eu falo por mim. Eu não sou perfeita. Também cometo erros no que uso ou compro. E muitas das vezes precipito-me. E iludo-me. E passo por fases. E eu também ainda estou numa fase de metamorfose e por isso estou a crescer e a evoluir. E comigo está o bom gosto. Que apesar de ser ainda pouco visível aproveito-me dele sempre que posso. Existem casos diversos e o meu é um deles. E eu acredito que á pessoas que se transformam radicalmente e mudam, Acredito e conheço casos assim. Casos felizes. Porém de uma maneira ou de outra, o bom gosto já habitava nelas. E é nesta teoria que me baseio.Uma das muitas. Que o bom gosto existe. Que pode existir em toda gente. Basta procurarmos no sitio certo. Ter força de vontade para querer mudar. Saber distinguir o sítio onde estamos e para onde vamos. Sermos inteligentes ao ponto de usarmos as nossas armas pessoais para ganhar vantagem perante os outros.
Caso contrário se não o fizermos, fica tudo na mesma e desperdiça-se tanto. Tanta beleza que é deixada assim a mercê do que aparece pela frente. E eu continuo a dizer que é uma pena. É mesmo. Mas quem sou eu para mudar as pessoas? Digam-me?Quem sou eu? Ninguém. As pessoas tem que mudar por elas próprias. Tem que se aperceber sozinhas. E daí tomar decisões. E quando isso acontecer. Eu canto. Eu juro que o faço!

domingo, 4 de setembro de 2011

To Forget the Fear


Quero esquecer o medo. O receio. A desilusão. Nada melhor do que uma música. Esta das The Pierces. Adoro. Não a consigo tirar da minha cabeça. É a minha terapia pessoal do momento. Não cura, mas, faz-me esquecer nem que seja por breves minutos.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Eu ia festejar os 20 seguidores....



....mas já somos 21. É motivo de felicidade para mim, pois este blog ainda nem fez um ano de existência. Vai fazer dia 8 de Setembro deste ano. Obrigado a todos aqueles/as que me acompanham tanto aqui como no meu outro blog Before the Words. É bom saber que o que escrevo tem leitores e que é saboreado e acompanhado todos os dias. 
Afinal é para isto mesmo que serve este blog; para desabafar, para opinar, para declarar, para amar, para chorar, para entender, para explicar. Sem vocês, escrever aqui não fazia sentido. 

Desabafos


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Quando desiludimos alguém fica aquele peso na nossa consciência. Dura por algum tempo. Até que aos poucos, lentamente, quase que já não se sente. Com o passar dos dias, dos meses, dos anos, vai sendo mais fácil de suportar e mais difícil de esquecer. Porque esquecer nunca se esquece. Fica sempre na nossa memória.  Mas, o peso, esse vai desaparecendo. A consciência vai se libertando aos poucos e isso acontece porque nem sempre a culpa é toda nossa. Ou se é deixou de ser. Porque não faz sentido, sermos os culpados quando já terminou. E quando termina, achamos sempre que poderíamos ter agido de maneira diferente. É sempre assim. Só pensamos nos nossos actos, quando o mal já está feito. E quando já não existe maneira nenhuma de voltar atrás, eis que surge o arrependimento. Mas, esse durou pouco. Pelo menos para mim. Houve uma altura em que cheguei a senti-lo. Chorei inclusive. Pensei e repensei. Ponderei. Senti vontade de voltar atrás e mudar tudo. Mudar dias, mudar decisões, mudar conversas, mudar atitudes. É difícil encarar quando sabemos que a culpa é nossa e que um simples gesto podia mudar tudo. Mas, o facto é que ás vezes quando desiludimos alguém esse também nos desilude. E ás vezes não é por uma única razão, são várias, é no geral. Porque aquilo que somos verdadeiramente nunca mostramos, até um dia. E quando esse alguém também nos desilude, a verdadeira culpa desaparece. Porque ás vezes, quando já achamos que foi melhor assim. Chegamos a conclusão que foi mesmo. Que o pior já passou. Que afinal não somos só nós que precisamos de crescer e amadurecer. E essa sensação é boa. É mesmo. É única.